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Nesta sexta-feira (05/10) foi realizado no Instituto de Cardiologia do Distrito Federal – ICDF, o culto ecumênico para celebrar a vida de pacientes transplantados pelo instituto, e os nove anos do programa de transplantes. Participaram do evento pacientes, familiares e alguns colaboradores do ICDF.

Jair da Silva Rocha participou do evento com muita felicidade, esperou dois meses e 16 dias por um órgão compatível, ele foi submetido ao transplante de coração. "Foi muito difícil quando descobrir a doença chorava muito, mas graças a estes anjos que são os funcionários deste local fui me acalmando e confiando em Deus que minha hora do transplante ia chegar”.

O primeiro transplante realizado no instituto foi em 2009. O número de procedimentos vem crescendo consideravelmente desde então. Hoje, mais de 1,377 mil transplantes de órgãos e tecidos já foram executados, tanto em adultos quanto em crianças. Além do cardíaco, são feitos transplantes de fígado; de rim; de córnea; e de medula óssea.

A celebração prestou homenagem aos colaboradores que contribuem para o sucesso do hospital. A ideia da homenagem surgiu após a ouvidoria receber de forma anônima uma carta, se referindo aos funcionários como anjos do ICDF.

“Aos Anjos do ICDF,

Quando vamos a um hospital como paciente, acompanhando ou visitando alguém, estamos ansiosos diante daquele momento de dor e desanimo, e não percebemos por quantos Anjos cruzamos ali! Depois, já bem de saúde e felizes pela alta, ou até mesmo já em casa, lembramos quantos Anjos nos transmitiram conforto e nos ajudaram a enfrentar aquele momento complicado.

Já na recepção, com aquele sorriso e atenção, temos um Anjo que confere nossos documentos e nos acolhem para iniciarmos nosso caminho de cura. Tem um Anjo que passa discretamente, tentando não ser percebido, (mas eu vi ele ali) tentando manter tudo limpinho. Tem também aquele Anjo que coletou meu exame e aquele que me ajudou no exame da máquina.

Só não gostei muito quando o Anjo da roupa branca me disse que eu não iria pra casa hoje! Precisava ficar uns dias ali recebendo muito carinho e atenção e esperar até que uma família, de Anjos também, me doasse o amor que finalmente me permitiria ficar bem. Até que esse dia aconteceu, chegou meu coração novo.

Dai, tinham Anjos que cuidavam e estavam comigo todo o tempo, me auxiliando, me dando remédios e me acompanhando até eu melhorar. Tinha um Anjo que vinha me trazer as refeições, às vezes mais saborosa, às vezes não. Nesses dias comia imaginando que era daquelas comidas de casa de vó! (Sabe, essa dica dá certo!). E o Anjo que me acompanhava na caminhada pelos corredores! Ele queria me ajudar a ficar bom logo e eu dizia: “logo logo vou apostar corrida com você!”. Tinha um Anjo que vinha conversar comigo, saber como andava minha cabeça, afinal só ia pra casa quando eu estivesse bom!

Esse dia chegou! Em casa disse a minha família que precisava voltar porque não tinha agradecido a todos! Foi quando descobri que os Anjos que vi eram poucos, pois naquele hospital, trabalhavam mais mil e duzentos Anjos cuidando de mim e de outros pacientes, todos os dias dedicando-se a nós!

Não sei bem o que falar e, por isso, além da minha oração quero que todos recebam o meu “Muito Obrigado!” e minha eterna gratidão”.

 

Por Rafaela Mendes - DRT/DF 014748
Revisão Amanda Moreira

 

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