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A síndrome de burnout ou síndrome do esgotamento profissional é um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes, sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos levando ao esgotamento emocional.

Atualmente, é comum ouvir alguém falar sobre a sensação de esgotamento físico e emocional e com isso, observa-se atitudes negativas como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedadedepressão, pessimismo, baixa autoestima, entre outros.

“Geralmente a síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso, profissionais que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno”, explica Maíra Amaral Psicóloga do Trabalho do ICDF.

Um dos primeiros sintomas a serem notados por quem sofre com a síndrome é de esvaziamento de energia, a pessoa sente uma exaustão física e mental tão grande que não há final de semana ou férias que possam resolver. Voltar para o trabalho passa a ser emocionalmente insustentável.

De repente, alguns sintomas começam a aparecer: um cansaço que não passa depois de uma noite de sono, alterações no humor que variam entre uma tristeza profunda, irritação, agitação e atitudes que usualmente não fazem parte da pessoa. Há uma falta de sentido na vida e ainda outros sintomas, “Isso mostra o nível de despersonalização a que se pode chegar. A pessoa se torna cética, não vê saída nem tem motivação”, explica a especialista. 

Outra situação comum nos ambientes de trabalho que podem provocar a síndrome de burnout é quando o profissional sofre pressão dos superiores para trabalhar mais (seja porque este baixou seu rendimento, ou seja, por imposição da supervisão em aumentar o rendimento desta pessoa), isso coloca o funcionário numa necessidade de oferecer o melhor de si em virtude da concorrência dentro da empresa, entre os colegas de trabalho, ou medo de ser substituído. Existe ainda, a possibilidade de que este trabalhador, mesmo sem nenhuma pressão externa, sinta-se no dever de trabalhar demais, ou seja, ele mesmo cobra muito de si mesmo.

Conversamos com alguns colaboradores que viveram essa experiência e aceitaram conversar conosco como forma de alertar os leitores sobre essa síndrome.  “Ficava extremamente ansiosa para ir ao trabalho, com a constante sensação de que não podia falhar. Sentia que estava perdendo o controle de tudo, enlouquecendo”, disse Sheila Souza que pertence a Higienização do ICDF.

O tratamento varia de acordo com a condição de casa profissional, que precisa ser avaliado e acompanhado por um profissional de saúde, pode ser indicado realização de terapia, indicação de prática de atividades físicas, alimentação saudável e, se for o caso, acompanhamento médico com uso de antidepressivos.

Práticas de bem-estar como a acupuntura, yoga, entre outros, também podem ajudar no controle e prevenção do estresse, o que é fundamental para tratar essa síndrome é uma mudança no estilo de vida.

Atenção!

Se você ao ler esse texto identificou algumas características que podem ser sintoma de síndrome de burnout procure um profissional para fazer a correta avaliação e tratamento. Então lembre sempre a síndrome de burnout é a resposta do corpo quando ele foi submetido por um período muito longo de estresse intenso, sem descanso.

Por Rafaela Mendes - DRT/DF 014748
Revisão Anna Virgínia Souza - DRT/DF 8989

 

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